
Pais Separados
Pais separados se deparam, muitas vezes, com receios e inseguranças perante seu papel de educadores.
Com a divisão da família, vão precisar se reorganizar em sua nova dinâmica de vida e enfrentar, eles mesmos, uma realidade diferente, onde não existe mais o mito da família perfeita tão desejada no passado.
A primeira coisa a fazer é se libertar de qualquer sentimento de culpa pelo fato de não estarem mais vivendo juntos.
A culpa vai enfraquecer a relação pai e filho, contaminando o necessário bom senso para orientar e educar.
Quando um casal com filhos se separa, não é possível banir totalmente a figura do ex-cônjuge, pois ele será sempre o pai ou a mãe de seu(s) filho(s).
É importante aceitar tal fato e aprender a conviver com as "notícias" que as crianças trazem, com o prazer que sentem por estar com o(a) "ex", sem alimentar sentimentos de insegurança e ciúme, ao saber que gostaram do novo namorado da mamãe, por exemplo.
Embora a separação dos pais com certeza mobilize os filhos, não é ela em si que causa os maiores estragos emocionais.
Acredito que o espírito de competição pelo amor dos filhos, bem como fazê-los de "ponte" para um leva e traz de reclamações, mantendo um clima conflitante e sem respeito mútuo são comportamentos paternos geradores de muita insegurança e frustração para as crianças.
Na realidade, os filhos lidarão bem com a separação dos pais, se perceberem que ambos são felizes e capazes de reconstruir suas vidas para melhor.
Por outro lado, pais separados precisam fazer acordos quanto à maneira de educar seus filhos, quanto à transmissão de valores, tipos de punições ou castigos, premiações e participação no dia-a-dia da criança.
Deste modo, os filhos irão sentir que as figuras parentais continuam atuantes e presentes em suas vidas, embora não estejam mais juntas, na mesma casa.
Primeiro Beijo
Beijar na boca é uma delícia. Mas sabe qual é a hora certa de fazer isso? Ou de dar um amasso?
Ou de fazer sexo? A hora em que você - sozinha - decidir.
Tudo que acontece pela primeira vez a gente nunca esquece. O primeiro sutiã, o primeiro dia de aula e, principalmente, o primeiro beijo. Esse, então, você com certeza vai lembrar para sempre com quem, quando e como foi.
Se você nunca beijou, e está preocupada em falhar na hora H, pare de se preocupar. Não há beijo certo, apenas há vários tipos de beijo e cada um beija de um jeito. Por isso que, às vezes, você pode não gostar de um beijo e adorar outro, mesmo gostando dos diferentes meninos com quem ficou. O mais legal em beijar é trocar afeto, carinho, atração e respeito entre tantas outras coisas que o beijo pode representar.
A tensão para dar o primeiro beijo é enorme, só que quando chega a hora, você se esquece de tudo e só consegue beijar, beijar e beijar.
Você precisa, antes de tudo, estar a fim. E se sentir preparada para cada passo. Esse é o maior segredo para a gente lidar bem com a própria sexualidade.
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