|
A RATOEIRA
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha, disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todo!!!
Esta mensagem foi enviada por Carlos Alberto Sousa.
A VELHA SENHORA
Uma velha senhora parou uma noite num restaurante da auto-estrada. Dirigiu-se ao balcão e serviu-se de uma sopa quente. A seguir, foi sentar-se sozinha numa mesa, mas apercebeu-se de que lhe faltava o sal.
Levantou-se, andou um pouco no restaurante antes de encontrar um saleiro, e voltou à sua mesa. Mas ao regressar encontrou lá um homem negro sentado, que mergulhava a colher na tigela de sopa e saboreava-a lentamente.
"Oh! Aquele negro tem cá uma lata! Pensou a honesta senhora. Eu bem lhe
ensinava boas maneiras. " Mas sentou-se no outro lado da mesa e, caridosamente, deixou-o comer um pouco da sua sopa. Puxando a tigela para ela, mergulhou também a sua colher, tentando pelo menos partilhar aquela sopa com ele.
O homem puxou devagarinho a tigela para ele, e continuou a comer.
A senhora recomeçou a puxar a tigela ligeiramente, para lhe ter acesso.
E acabaram a sopa assim. Então, o homem negro levantou-se, fez-lhe um sinal para esperar, e voltou com uma enorme dose de batatas fritas, que partilhou com ela, tal como a sopa. Finalmente, cumprimentaram-se, e a senhora foi ao banheiro. Mas quando voltou, procurou a mala para se ir embora, e descobriu que já não estava aos pés da sua cadeira. "Ah! Deveria ter desconfiado daquele negro!". Clamou no restaurante inteiro, gritando que tinha sido roubada, até
que finalmente encontram a mala, pousada ao lado de uma mesa onde estava uma tigela com sopa fria... A SUA tigela na qual ninguém tinha tocado.
Fora ela que se enganara de mesa e tinha partilhado a refeição do homem!
"A precipitação ou julgamento pode ter o mesmo sabor
de uma tigela de sopa fria. "
Abraços, Paz e Luz pra Todos!
Simone : :
Lindo esse texto!!! Diz certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso ? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como ?!....
- É simples - respondeu o velho - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
10 Maneiras de se Criar um Delinquente:
01- Comece na infância a dar a seu filho tudo que ele quiser. Assim quando ele crescer, acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo que deseja.
02- Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isto o fará considerar-se interessante.
03- Nunca lhe dê orientação religiosa ou moral. Espere até que ele chegue aos 21 anos, e "decida por si mesmo".
04- Apanhe tudo que ele deixar jogado pela casa: livros, roupas,sapatos,etc... Faça tudo para ele para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade pelos seus atos.
05- Discuta com frequência na presença dele. Assim, não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
06-Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que ele terá que passar pelas mesmas dificuldades que você já passou?
07- Satifaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.
08- Tome o partido dele contra vizinhos, professores, policiais. Afinal, todos tem má vontade com seu filho.
09- Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa- "Nunca consegui dominá-lo mesmo".
10- Agindo assim, prepare-se para uma vida de desgosto. Será o seu merecido destino.
Pense Nisso!!
Esta mensagem foi enviada por Carlos Alberto Sousa .
http://www.sitedoluis.v10.com.br/
Marcas do Tempo
Em meu rosto marcas profundas do tempo...
Mas olhem atentamente, olhem!
São rugas...
São as mais lindas rugas, que jamais tive;
Meus cabelos que a neve dos longos anos desbotaram,
nunca foram tão belos e macios, quanto agora o são...
E o brilho dos meus olhos então?
Não se apagaram como as várias velinhas
que apaguei no decorrer destes anos todos;
Nos meus braços ainda fortes,
posso carregar teus filhos, como fiz com você.
Por isso meu filho,
não choro a minha mocidade, pois não envelhecemos!
Somos ainda os mesmos meninos,
que viviam na rua a brincar com seus amigos.
Não choro o passado e os anos idos...
agradeço a Deus por ter vivido todas estas maravilhas
e hoje poder contar com o coração carregado de alegria...
Os anos passaram
e se por acaso marcas deixaram em meu viver,
ficaram somente no corpo
porque minh'alma jamais sonhou envelhecer...
Tânia Schueler
tschueler@gmail.com |