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Uma vergonha o Sindicato dos Correios
Boa tarde "Grande Milbs", com muita tristeza lhe escrevo, fico com
vergonha de lhe informar que o sindicato dos correios mais uma vez
deixou à desejar! nos últimos três anos lutamos pelos nossos
direitos através de manifestações, greves e sempreconseguimos nossos
direitos. Mas esse ano a coisa é diferente, esse "sindicato" aceitou as
propostas do governo com a intesão de não prejudica-lo em sua
campanha, fico triste por isso, fico triste pelo estado do Rio de
Janeiro não ter aderido a esse movimento. Lembrando que nos demais
estados a LUTA continua,rsrsrs
Fica aqui um abraço de um amigo que sempre pára em frente sua casa
para coletar malote na brasdril...... fabio reid
faerf@oi.com.br
Contas Abertas

Envolvidos na compra de dossiê para incriminar tucanos
receberam dinheiro da União
O assessor da Presidência Freud Godoy, apontado
como um dos responsáveis pela compra do dossiê que comprovaria o
envolvimento de tucanos na máfia dos sanguessugas, recebeu R$ 79 mil da
União. O total é referente a diárias, auxílio moradia e ajuda de custo de
2003 até setembro deste ano. Já a empresa Saneng, cujo dono Valdebran
Padilha da Silva também está envolvido no caso, recebeu de 2002 até 2004
cerca de R$ 277,4 mil. Clique aqui, para ver tabela com valores.
Este ano, Godoy embolsou cerca de R$ 16 mil de
auxílio moradia. Em 2005, o total pago ao assessor foi de mais de R$ 9 mil.
No segundo ano do governo petista, também ganhou pelo auxílio moradia e
diárias de viagens mais de R$ 22 mil. Em 2003, ano em que foi nomeado para
o cargo, Freud Godoy recebeu mais de R$ 30 mil em benefícios.
A Saneng Saneamento e Construção LTDA, que parou
de firmar contratos com a União em 2004, está inscrita como inadimplente no
Cadastro Informativo dos Créditos Não Quitados de Órgãos e Entidades
Federais (Cadin). Além de tocar obras, a Saneng está cadastrada no site de
compras do governo federal como possível fornecedora de mais 400 itens.
Para não perder a chance de firmar contratos com a União, oferece materiais
de papelaria, de construção, de limpeza, comestíveis e até navios.
Somente em 2002, a construtora que também é
armazém dos mais variados produtos, recebeu R$ 127, 6 mil dos cofres
públicos. Uma das ordens bancárias mais generosas feita em favor da Saneng
em 2002, foi no valor de R$ 36.982,11. O total foi pago pelo serviço de
construção da sede da Delegacia Regional do Trabalho em Mato Grosso. Para
ver todas as ordens bancárias emitidas em 2002, clique aqui.
No primeiro ano do Governo Lula, a empresa de
Valdebran Padilha recebeu um total de R$ 130,7 mil. Entre as ordens
bancárias que mais se destacam pelo valor, está a de R$ 63.992,67 pagos
pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Em 2004, a Saneng não teve
muito êxito nos contratos firmados com a União com um total de R$
19.132,82. A ordem bancária de maior valor foi de R$ 6.475,02, pagos também
pela UFMT. Para ver as ordens bancárias em 2003 e 2004, clique aqui.
Entenda o caso
Na tentativa de incriminar os tucanos Geraldo
Alckimin e José Serra, com a compra de um dossiê contendo provas contra os
candidatos, foram presos o empresário dono da Saneng e filiado ao PT,
Valdebran Padilha da Silva e o advogado Gedimar Passos, também ligado a
petistas. O principal envolvido na máfia dos sanguessugas Luiz Antônio
Vedoin, também teve prisão decretada no último dia 16 acusado de estar
envolvido na negociata.
De acordo com informações da Polícia Federal de
Mato Grosso, Vedoin teria cobrado R$ 2 milhões por uma pasta contendo os
documentos . O encarregado de entregar os documentos a Valdebran e Gedimar
em São Paulo Paulo era Roberto Trevisan, tio de Vedoin e ex funcionário da
Planam. O tio de Vedoin foi preso perto de Cuiabá, depois da PF ter
realizado escutas telefônicas com as combinações. Trevisam foi ouvido e
liberado pela PF.
O susposto responsável pela missão, apontado na PF
pelo advogado Gedimar Passos, é o assessor da Presidência da República
Freud Godoy. O dossiê que continha seis fotografias e um DVD de 23 minutos
com imagens dos tucanos na solenidade de entrega das ambulâncias vendidas
pela Planam, seria pago com R$ 1,7 milhão.
Aline Sá Teles
Do Contas Abertas luiz diniz
luizdiniz@wnetrj.com.br
Milbinho:
Há muito que estoupara te escrever e dizer do orgulho que tenho de ser
teu irmão.
Ao ler sua matérias me sinto emocionado principalmente quando você
fala da nossa familiae de seus e nossos amigos de infância. Parabens
pelo O REBATEon line e pela sensbilidade e competência que você
demonstra ao escrever, relatando e resgatando memórias maravilhosas da
sua e da minha infância em Macaé
Beijos a todos
De seu irmão que te ama muito
Ivan (B. de neve)
PS
João Felipe manda beijos para todos.
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