Luanda Cozetti
( Luanda Cozetti de Freitas )
Em 1986, iniciou sua carreira musical cantando em casas noturnas de Brasília. No ano seguinte, integrou o coral Asbac, com o qual viajou pelo Brasil, apresentando-se em festivais e encontros de corais.
No ano de 1988, participou do musical "Ponte para o invisível", de Ricardo Movits, encenado no Auditório do Conjunto Cultural Caixa Econômica Federal, em Brasília. No ano seguinte, apresentou-se com o coral Asbac no "Encontro Internacional de Coros", em Recife. Neste mesmo ano, como integrante do Coral Asbac, participou da gravação e do lançamento do disco "Brasil, Brasis", no auditório da Associação Médica de Brasília. Ainda em 1989, integrou o grupo Ponte Para o Invisível, com o qual se apresentou no "Concerto Para A Nova Era", no evento internacional "The Gaia Rainforest Concerts for the Forest People of The World", na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Meses depois, participou da gravação do disco "Ponte para o invisível", de Ricardo Movits e Paul Hallstein, lançado em show no Auditório JK, em Brasília. Ainda em 1990, formou juntamente com o maestro Antônio Sarazate o grupo vocal Bico de Veludo, com o qual fez apresentações na Sala Martins Pena do Teatro Cláudio Santoro, Escola de Música de Brasília e Sala Alberto Nepomuceno.
No ano de 1993, apresentou-se nos seguintes projetos e shows: "Projeto Sarau" e show "Roçar da Voz", no "Projeto Exião do Lazer" pela Secretaria de Administração do Distrito Federal. Neste mesmo ano, participou do CD "Sol", de Flávio Fonseca e do disco "Esperanto Internacional", lançado em Paris pela gravadora Musikokanto. No ano seguinte, apresentou o show "Luanda Cozetti e Quarteto", no "Projeto Palco Aberto", "Projeto Feira de Música", "Projeto Made In Brasília" e no "Projeto Sexta Básica", abrindo o show de Hélio Delmiro no auditório do Sindicato dos Bancários do DF. Neste mesmo ano, participou do CD "3ª ASA", de Manduka.
Entre 1995 e 1999, gravou com outros artistas a coletânea "Prá pirá Brasília", participou do CD "Diversos", de Carlos Zimbher, e fez diversos shows: Nigth's Club (Rio de Janeiro), Sala Martins Pena no Teatro Cláudio Santoro (Brasília), show no "Projeto Temporadas Populares", do Teatro Nacional Cláudio Santoro, além de abrir o show de Luiz Melodia no "Projeto Revelando Novos Talentos", da gravadora Dabliú Disco e Emissora Musical FM, em São Paulo e Mistura Fina, no Rio de Janeiro.
No ano 2000, fez vocal no disco "Leve", de Jorge Vercilo e apresentou-se no "Projeto Novo Canto", tendo como madrinha Baby do Brasil.
Em 2001, juntamente com Vander Lee, Dudu Salinas, Guima Moreno, Andrea Dutra, Patrícia Mello e Paula Santoro, entre outros, apresentou-se no show de encerramento do "Projeto Novo Canto", no Canecão, Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, gravou o primeiro disco individual "Luanda!', no qual contou com a participação de músicos de renome, entre eles, Bororó, Zé Marcos Teixeira e Kadu Lambach.
Em 2002 fez vocal no disco "Batacotô 3" e participou do "Projeto Prêt-a-porter - Coleção Outono inverno da MPB" do poeta Sergio Natureza e Dakar Produções, apresentado no Teatro Café Pequeno, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Em 2003, em dupla com Kadu Lambach, apresentou-se no bar Árabe da Gávea, no Rio de Janeiro.
No ano de 2004, ao lado de Beth Carvalho, Dudu Nobre, Emílio Santiago, MPB-4, Quarteto em Cy, Arranco de Varsóvia, Carequinha, Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro e Zé Renato, participou da apresentação da "Sinfonia Sacopã", composta por Edmundo Souto. Neste mesmo ano, ao lado de Rita Ribeiro, André Gabeh, Luciana Mello e Simoninha, participou do CD que reuniu alguns artistas que participaram do "Projeto Novo Canto", lançado pelo Selo SescRio..Som. O disco foi lançado em show no Canecão, evento que contou também com a apresentação de Paulo Moura, Eliana Printes, Vander Lee, Carlos Malta e Ney Matogrosso e Pedro Luís e A Parede.
No ano de 2005, participou do disco "Um pouco de mim - Sergio Natureza e amigos", no qual interpretou a faixa "Frisson", de Tunai e Sergio Natureza. Neste mesmo ano mudou-se para Portugal.
(Fonte: http://www.dicionariompb.com.br/)
Passado este primeiro ano sem a minha mãezoca,descobri que ter saudade é dar "bom dia!" pra elefante!
É!
Depois que o "ente" se vai,no dia seguinte mesmo,vc abre a porta do seu quarto e dá com o cinzento animal na sala!
Só que ele é um elefante bonzinho,tipo o Dumbo adulto,com medo de passarinho ,como me segredou o poetinha qd eu era menina,aposentado do "Gran Circo",um "lona-less",com aquele olhos meiguinhos como quem dissesse:-Sinto muito,sinto muito mesmo...mas vim morar aqui...
E aí...vc se apega ao paquiderme!rs!
Gordinho de tanta lembrança,agora é ele, quem te joga diariamente um amendoin torradinho,crocante,quentinho...como todos os "dias de espetáculo",que foram os que vc partilhou com sua mãe...que te trouxe pro circo...este;da vida...que tem malabarista,engolidor de fogo,atirador de faca,mulher barbada,domador de leão e bailarina...o anão é o gerente e o palhaço na maioria das vezes; presidente(sem ofensa!rs!)...criança feliz...muita coisa boa pra rememorar,não é que ele acaba te alegrando...o Dumbinho,com seu gingado e passinho?!rs!´
'Bora moçada,que viver é se divertir no picadeiro!!!
Com amor e algodão doce,
Lulu Eloá! |