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'...Macaé, ano I, Nº 47 - 22 a 29 de dezembro de 2006
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Poemas de Amor, o site de resgate a cultura.

Amigos Leitores

Sinto-me gratificada em dedicar uma parte de meu tempo nesta integracão junto a poetas de todas as idades, que buscam expor teus trabalhos e sonham com o reconhecimento literário.

É fantástico ver os participantes que disseram jamais terem escrito, nos premiarem com belos textos,poemas, contos, etc, é como se fosse o combustível que alimenta um jatinho que com vôos planos, plaina pelas planícies descobrindo horizontes... e mais que isto... junto a uma tripulação onde sonhos se tornam metas cada vez mais alcançáveis.

Também venho reiterando junto ao Ministério de Educação e Cultura ( MEC) no Brasil e nos órgãos competentes de Portugal para que o Site Poemas de Amor seja abrangido, como Site Cultural.

Esta semana gostaria de divulgar das Tri-Campeã e Bi-Campeã, nos concursos literários, que foram unanimente também eleita as " MUSAS DO SITE POEMAS DE AMOR"

Partilho aqui com os leitores e amigos o talento destas duas jovens, que com amor e dedicação colore as páginas de noso site.

Senhora Morrisom

Insanna

O dia em que te trai

O tempo passou
Olho o meu redor
Anestesiado, esfumaçado
Vazio, diferente
Há tanto espaço,
Entre essas paredes
Não há outros passos pela casa
Só o meu arrastar
Sentada ao chão entre as colunas
Vejo tudo
Na penumbra da noite
As imagens de seu rosto
Suas expressões...
Ouço seu riso
Fria noite a desolar-me
Não encontro seu cheiro em meu lençol
O telefone continua desligado
Concentro-me a buscar
Vestígios
Do fantasma desse amor
A apavorar-me
Em saudade
Faz tempo
Mas já não importa
Esta semi-vida terá seu fim
No dia de minha traição
Onde encontrarei enfim a satisfação
Do fim...
E na paz de uma outra realidade
Beijarei a morte
E me deixarei levar
Em seus braços.

Amor de minha vida...
Amor de minha morte...

Senhora Morrison - Quinta 31/08/2006 - 10:32

A morte de um poeta

Nesse vazio,que agora mergulho
Afogo-me na tua sombra..que ronda
a minha vida sem avisar
E nesse mar de tantas ilusões,eu acho
a morte,por não saber nadar.
E assim o amor,mata mais um poeta!
que de tão ingênuo,não soube remar...
afogado de tristeza,abandonou sua poesia,
por não saber mais,o amor, rimar..
Chora poeta..chora a tua própria morte!
Liberta aos poucos essa dor..
Faça mais um poema (o último)
O teu último ato de amor!
Dos meus olhos,descem lágrimas,
Lavam a minh'a alma de dor..
Chamo de volta a minha inspiração
Mas, não faço mais nada,
Trago nas minhas mãos,
um coraçao desfeito
Que não soube amar direito
E apenas por um momento,
Nesse momento de dor..
Descubro que mato o poeta,
que vive em mim
procuro as sobras..
preciso recomeçar..
O que sobrou de mim?
Um coração ferido,
para alguém cuidar.

InSaNnA - Quarta, 05/07/2006 - 13:57

Copyright: Todos os direitos reservados em nome dos respectivos autores .

LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

Agradecendo o apoio de Milbs, o carinho de Rose desejo uma axecelente semana a todos leitores, convidando-os a virem fazer parte desta nossa família de poetas no site.

www.poemas-de-amor.net

Fernanda Queiroz


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