Política I - Quanto mais partidos pior
Para que tantos partidos políticos? Já dizia um engenheiro alemão: "para projetar um estacionamento de bicicletas todos dão opinião ou dizem entender do assunto, porém para projetar um reator nuclear, aparecerão apenas uns dois ou três realmente capazes de fazê-lo". É assim também na política, se deixarmos, teremos 5.562 partidos ou seja, um para cada município brasileiro (ao menos até 2010, caso a idéia de reduzí-los por produtividade seja aceita e absorvida pelo povo), batendo cabeça uns com os outros, alugando legenda, vendendo voto, recebendo mensalão, criando o maior número de maracutaias possíveis, com um único objetivo: "se dar bem".
Não somos cientistas políticos para tecer essa ou aquela teoria macro-politica do desenvolvimento unilateral esquerdista, somos apenas observadores, olhando nosso país de fora da zona de conflito e sentindo que quem deve definir se um partido pode ou não concorrer nas eleições é o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a partir do desempenho do mesmo. Mas para que não tenhamos essa balburdia partidária, com as estatísticas da última eleição, o TSE poderia limitar a participação dos partidos na próxima eleição para somente aqueles que tenham obtido pelo menos 5% dos votos válidos para a Câmara Federal e além disso, esse percentual deveria ser incrementado em 1% nas próximas 5 eleições, até atingir o patamar de no mínimo 10% dos votos válidos para a Câmara Federal. Apenas com essa barreira, em 5 eleições teríamos depurado o nosso sistema político e agregado ao redor de no máximo 4 ou 6 partidos, os políticos sérios e que quisessem fazer realmente algo para o povo.
Na maioria dos países desenvolvidos, não existe essa enorme quantidade de partidos, pois eles já descobriram que quando os políticos se dispersam, a possibilidade de uní-los ao redor de um mesmo objetivo é muito mais difícil para não dizer impossível. Assim, vamos de forma clara e direta, exigir que em nosso PROJETO DE BRASIL 2055, o número de partidos seja o menor possível, pois QUANTO MENOR for o número de PARTIDOS, MELHOR para O BRASIL e para o CIDADÃO. É mais fácil de votar, não causa tanta confusão, as idéias são mais concentradas, a avaliação de desempenho é mais tranqüila e além de uma infinidade de outras justificativas, os gastos com campanha serão muito menores. Em termos de política, pensem sempre nisso, QUANTO MAIS PARTIDOS PIOR.
(trecho do livro Pai POBRE Filho RICO - do mesmo autor, à venda em brasil2055.consultorimobiliario.com )
Política II - O que poderíamos ter
Poderemos aqui traçar diretrizes de quantos políticos poderíamos ter no Brasil, mas isso não é nossa função. O que acreditamos é que política é uma profissão como outra qualquer, com seu aprendizado iniciando-se na Câmara Municipal, como Vereador e terminando no Senado Nacional, como Senador. Da mesma forma os cargos do executivo e do judiciário deveriam ter um plano de carreira que guiasse os pretendentes através das diversas etapas da vida pública, assim teríamos:
para ser senador, o candidato deveria ter sido deputado federal pelo menos durante um mandato, para ser deputado federal, o candidato deveria ter sido deputado estadual pelo menos durante dois mandatos e para ser deputado estadual o candidato deveria ter sido vereador por pelo menos três mandatos. Com isso, nosso Brasileiro da Silva, deveria ter no mínimo 24 anos de experiência política, para ser SENADOR;
para ser presidente, o candidato deveria ter sido ministro, ou governador por pelo menos dois mandatos, para ser governador ou ministro, o candidato deveria ter sido prefeito ou secretário estadual por pelo menos dois mandatos e para ser prefeito ou secretário estadual, o candidato deveria ter sido secretário municipal por pelo menos dois mandatos. De novo, para exercer a função máxima executiva do Brasil, que é ser PRESIDENTE, o candidato deveria ter no mínimo 24 anos de experiência. Nosso Brasileiro da Silva terá que optar para que tipo de carreira pública ele gostaria de seguir.
Repetindo-se a mesma diretriz, chegaríamos ao judiciário, onde para ser Presidente da Suprema Corte do Brasil (SCB), o candidato, além de ser JUIZ, deveria ter no mínimo, 24 de experiência em MAGISTRATURA.
Poderíamos até achar que é muito duro chegar lá, mas qual empresa no mundo que coloca na Presidência uma pessoa inexperiente, sem base administrativa, sem conhecimento do processo de tomada de decisão ou sem experiência de janela em administrar pelo menos uma outra empresa de menor porte mas com graus de dificuldade similares? Só o BRASIL FAZ ISSO e NÓS TEMOS DE MUDAR ESSA DEFORMAÇÃO GERENCIAL.
Outras obrigatoriedades partidárias como lista fechada de candidatos, voto distrital, coincidência de datas eleitorais, fidelidade partidária e outras mais, deixaremos para que cientistas políticos nos auxiliem e colaborem com regras claras e proposições honestas para acabar de vez com a venda da presença, do tempo na TV, do mensalão, das trocas de partido e da principal necessidade do eleitor: CONHECER SEU CANDIDATO - nenhuma lista de partido, fechada ou aberta será aceita por nós, cada eleitor deverá escolher o SEU candidato e NELE votar. Poderemos sim, ter como alternativa, o voto na legenda, este é um mau necessário, mas é para aquele eleitor que NÃO SABE QUEM SÃO OS CANDIDATOS, mas com a EDUCAÇÃO modificada como aqui propusemos, a consciência política do povo será alterada e cada um de nós terá seu discernimento para escolher bem o seu candidato .
Quantos SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, DEPUTADOS ESTADUAIS e VEREADORES deveremos ter no Brasil? Não sabemos. Poderíamos apresentar algumas fórmulas, mas apenas acreditamos que quanto menor o número, melhor o desempenho, menor o custo para o CIDADÃO, mais fácil é o controle, menor o número de assessores com cargo de confiança, menos servidores no Legislativo, menos possibilidades de fraudes e menos corrupção. Apenas como exemplo, nos EUA o Senado tem 100 Senadores, dois para cada Estado, se fosse aqui, teríamos somente 54, notaram a redução!! Deveríamos importar as melhores idéias e aplicá-las IMEDIATAMENTE. Na Câmara Federal dos EUA, são 435 Deputados, mais ou menos 4 por Senador. Mas eles tem lá suas Leis e proporcionalidades, porém, caso fossemos aqueles macaquitos de imitação bem ensinados, importaríamos o sistema Legislativo para cá e de cara, reduzíriamos o número de Senadores e de quebra o número de Deputados Federais para algo como 275, inversamente proporcionalizados em função do PIB estadual, para que os estados menos desenvolvidos pudessem ter mais representantes, com um máximo de 15 por estado, decrescendo 1 deputado por cada 5 anos decorridos, ao final de 25 anos, todos os estados teriam 10 deputados cada.
Se usarmos a mesma metodologia no Legislativo Estadual e no Municipal, chegaremos a uma redução de despesas supérfulas inacreditavelmente grande, pois a reboque da redução no número de parlamentares, viriam a redução de cargos de confiança, de ASPONES, de motoristas, de carregadores de mala, de assistentes, de doações e dízimos, secretárias e secretários, de papel, de tinta, de gasolina de... tudo, que hoje jogamos no lixo, por conta de uma Constituição elaborada para beneficiar somente uma classe - A CLASSE POLÍTICA.
Quando iniciamos esse tópico, tratamos do que poderíamos ter na política, mas o que REALMENTE DEVERÍAMOS TER é a definição de regras claras para aqueles que querem seguir a carreira política no Brasil, é a certeza que os salários e vantagens dos políticos e dos demais poderes não possam ser alterados por eles próprios, sem a aprovação de terceiros (talvez aprovação via voto na internet através do CNU e assinatura digital) e a existência dos recursos, é a possibilidade de saber com antecedência que jamais teremos nos poderes executivo, legislativo e judiciário, elementos que não tenham criado para si um caminho de crescimento profissional e de experiência acumulada e que a retribuição ao seu país e ao POVO seja efetivamente transferida quando atingir determinado nível num dos poderes. É ISSO QUE PODERÍAMOS TER, mas para isso, devemos nos UNIR ao redor de UM OBJETIVO COMUM, a CIDADANIA PLENA, ou UM BRASIL MELHOR EM 50 ANOS. Esse é o objetivo de nosso Brasileiro da Silva.
(trecho do livro Pai POBRE Filho RICO - do mesmo autor, à venda em brasil2055.consultorimobiliario.com)
Política III - O retorno da ética e da moralidade
Como era bom o Brasil de 1953, não tínhamos tecnologia, nosso parque industrial era pobre, a inflação pequena, a televisão em P&B estava engatinhando, a internet, cartões de crédito e débito, televisão a cores, controle remoto, telefonia celular, ticket restaurante, metrô e outras facilidades e confortos conseguidas nesses últimos 52 anos eram coisas dos futuristas, talvez quando chegássemos no século XXI. Mas muitas delas ocorreram antes de 2000. E em 2000 o mundo iria acabar, pois dos 1000 passará mas de 2000 não. Mas naqueles tempos de 1953 o Brasil era melhor por que tinha ética, moral, honradez, honestidade e outras virtudes tão comuns à época.
Viemos num movimento crescente de perda de nossas virtudes, que pouco a pouco foi eliminando do dia a dia a prática das mesmas. Observando o passar dos anos, o trabalhador honesto deu lugar ao empregado esperto, o criminoso temeroso da justiça deu lugar ao pivete protegido pelo estatuto da criança e do adolescente, o funcionário letra A deu lugar ao servidor prevaricador e corrupto, os grandes estadistas deram lugar aos políticos populistas e mentirosos, a justiça rápida e severa deu lugar a justiça lenta, leniente e clientelista que desembocou na injustiça ampla, completa e irrestrita. Na realidade o que o brasileiro aprendeu nesses anos foi a "levar vantagem" e fez isso, incentivado por uma propaganda maciça de cigarro (que faz mal à saúde), através da mídia impressa e televisada e ainda por cima atuando em todas as idades. O que tivemos de retorno? Uma massa de aculturados querendo levar vantagem contra tudo e contra todos. Juntando-se a isso a impunidade crescente promovida pela justiça já adjetivada o que obtivemos? Um Brasil esperto, cheio de maracutaias, do eleitor ao governante, passando por políticos e membros do judiciário, de beatos a pastores, de coroinhas a bispos, de soldados a diversas altas patentes, do aluno ao reitor, do servente ao presidente de empresas, do estudante de corretagem de imóvel até o presidente da autarquia que deveria fiscalizar a profissão, assistente ao cirurgião, enfim, desde a mais tenra idade até chegar a sua vez de morrer, o brasileiro tenta dar o golpe em alguém, tenta levar vantagem ou enganar a terceiros em benefício próprio. Isso é nosso, está no sangue, foi aprendido e absorvido por osmose nesses últimos 50 anos e sem UM CHOQUE de ÉTICA e MORALIDADE, que parta do povo para os dirigentes, não existe a menor chance de CORRIGIMOS o nosso rumo à CIDADANIA PLENA.
Esse livro procura alertar sobre isso e auxiliar nosso povo a TRILHAR seu próprio caminho, criar condições para em 10 ou 20 anos restabelecer tudo o que tínhamos de HONRADEZ, HONESTIDADE, ÉTICA e MORAL em 1953, mesmo não tendo tecnologia, tínhamos muito mais valor do que temos hoje, então vamos juntar a tecnologia ao lado dessas virtudes e fazer com que o nosso Brasileiro da Silva volte a ter o mesmo orgulho que nós tínhamos em 1953.
Não podemos mais ver, ouvir e agir como o indivíduo que quer levar vantagem, não podemos mais aceitar que pagamentos ou recebimentos acima de R$ 200,00 sejam efetuados em dinheiro vivo, não podemos aceitar que os responsáveis pelos níveis de decisão nos três poderes façam indicações para cargos comissionados ou de confiança, entre amigos, parentes ou apaniguados. Não podemos permitir a banalização da ética e da moralidade.
Temos que nos fazer respeitar, de nos fazer ouvir, de exigir a transparência total, de obrigar a cada um dos indivíduos que venha a ocupar um dos cargos situados dentro dos cinco níveis organizacionais, quer seja ele um cargo obtido através de indicação, eleição ou promoção, que além de ter toda a sua vida passada a limpo pelo Ministério da Justiça, ele deverá fazer publicar na internet através do MJ, anualmente, durante o período que estiver no cargo, a sua declaração de rendimentos completa, incluindo os bens e direitos e dívidas contraídas.
Pode parecer pouco ou nada para resgatar a ética e a moralidade de nosso povo, mas se soubermos que nossos dirigentes, políticos e membros do judiciário estão "espontaneamente" declarando ao povo o que possuem e devem antes de assumir quaisquer cargos ou funções naqueles poderes e ainda o MJ tiver informado que nada há de desabonador contra essa pessoa nos últimos 21 anos, então, o povo também terá como fazer a sua parte, pois como em tudo na vida, o exemplo vem sempre de cima para baixo. Quando nascemos, nossos pais nos criam e educam a sua imagem e semelhança e com raras exceções temos desvios comportamentais e, esses quando ocorrem, são: por força de abandono dos pais ao carinho de um lar, pela falta de atenção nas tarefas do dia a dia, pela falta de estar juntos nos momentos de sucesso e derrota dos menores, pela indisponibilidade temporal em virtude do trabalho ou pelo mau exemplo de atitudes, gestos e comportamentos. No trabalho, nos espelhamos no presidente da empresa ou no nosso superior imediato, para traçar nosso caminho rumo ao sucesso dentro daquela organização; se vislumbramos prevaricação, sonegação, corrupção, locupletação, evasão de divisas, subfaturamento e tantas outras tramóias no nosso ambiente de trabalho o que vamos ter após 5 ou 10 anos nesse ambiente? O Brasil de 2005, onde a impunidade e a criminalidade são tratadas como virtudes pelos "espertos de plantão".
Em todos os ramos e atividades, quer sejam profissionais ou não, devemos exigir que a ética, a honradez, a honestidade, a moralidade e outras virtudes, sejam transparentemente apresentadas, mas não basta apenas exigirmos, temos nós mesmos que PRATICÁ-LAS, não basta parecer honestos, probos, éticos, honrados ou moralmente corretos, devemos e temos que SER HONESTOS, PROBOS, ÉTICOS, HONRADOS e MORALMENTE CORRETOS a cada dia, desde o início de nossa educação na pré-escola até nossa morte, essa é a missão de um CIDADÃO e em ele sendo assim, contagiará a TODOS a sua volta e poderá exigir no mínimo o mesmo comportamento de todos servidores, em quaisquer dos três poderes, pois quem desse comportamento se desviar será rapidamente notado.
Acreditamos, sinceramente, que somente agindo dessa forma poderemos promover O retorno da ética e da moralidade em nossa sociedade, nos próximos anos. Esse é o objetivo de nosso Brasileiro da Silva, trabalhar para que cada brasileiro, independentemente de raça, credo, cor ou nível social possa transformar o seu vizinho, a sua comunidade, a sua empresa, a sua escola, o seu parente ou qualquer outro indivíduo, em um aliado na CAMINHADA para a implantação da CIDADANIA PLENA no Brasil.
(trecho do livro Pai POBRE Filho RICO - do mesmo autor, à venda em brasil2055.consultorimobiliario.com )
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