Daniele Fernandes
danizinha.fernandes@ig.com.br
Bancária, 22 anos, bacharel em Administração, especializada em Comércio Exterior pela Universidade Camilo Castelo Branco em São Paulo. Atualmente cursando pós-graduação (lato sensu) em Docência do Ensino Superior.
Uma frase (sua filosofia): "É preciso lembrar sempre que pequenas idéias geram grandes negócios".
Assunto Polêmico: Devemos ser a favor ou contra a Redução da Maioridade no Brasil?
Daniele Fernandes
Recentemente voltou à tona o assunto da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em nosso país. Exemplo da discussão foi o assassinato de Liana Friedenbach, estudante morta aos 16 anos, em Embu-Guaçú, interior de São Paulo, por um menor de idade enquanto acampava com o namorado.
O assunto provoca polêmica e gera uma discussão de grande amplitude onde é necessário lembrarmos que a certeza da impunidade facilita a entrada do adolescente no caminho do crime. E, com isso, ocorre a desmoralização da justiça institucional.
Porém, o problema da violência com participação de menores não se resolve pura e simplesmente com a redução da maioridade penal, mas também com o investimento em políticas sociais de inclusão, investimentos para o estudo e a geração de maiores perspectivas econômicas e sociais para os jovens.
Fato é que, podem opinar com muito mais precisão sobre o tema, os familiares e amigos daqueles que brutalmente foram vítimas destes menores de idade, e deveríamos agir com menos hipocrisia tratando o mal desde sua causa e não somente em sua conseqüência.
Você Sabe o que é: "Marcar a Mercado"?
É mostrar ao cotista quanto valem os títulos que compõem a carteira do fundo onde ele aplica. O motivo da marcação é que os preços dos papéis oscilam muito no chamado mercado secundário. Para financiar o governo, o Tesouro Nacional vende títulos para os bancos, que os colocam em seus fundos. Os títulos, entretanto, não ficam nas carteiras até a data do seu vencimento. Quando há resgates inesperados, por exemplo, o gestor tem de fazer caixa para pagar os aplicadores. Daí vai ao mercado secundário, onde bancos e corretoras compram e vendem títulos já emitidos pelo Tesouro, para balancear suas necessidades de dinheiro vivo. Para haver transparência absoluta, o Banco Central exige desde 2002 que as instituições financeiras divulguem diariamente os valores reais dos títulos que integram os fundos, e não a expectativa de preços nos vencimentos. A medida evita que os aplicadores se sintam lesados, ou sejam surpreendidos por eventuais crises no mercado.
Fonte: Produtos Investimentos Publicação Unibanco
Economia: Preço da Luz no Brasil é o décimo maior do mundo
O brasileiro paga pela energia elétrica o equivalente ao que pagam os consumidores de alguns países europeus com renda per capita maior que a do Brasil.
A comparação entre as tarifas foi feita no estudo "Key World 2004", da Agência Internacional de Energia (AIE).
A tarifa brasileira só era mais barata que a de nove países: Suíça, Bélgica, Itália, Portugal, Áustria, Alemanha, Holanda, Japão e Dinamarca. E mais cara que a de 21 países: Islândia, Luxemburgo, Irlanda, Reino Unido, Espanha, França, Suécia, Turquia, Finlândia, México, Polônia, Noruega, Hungria, Coréia, Grécia, Estados Unidos, República Tcheca, República Eslováquia, Nova Zelândia, Austrália e Canadá.
No Brasil, o custo da geração de um quilowatt de energia depende da fonte de energia e da região consumidora. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, o custo para produzir energia nas hidrelétricas, atualmente, varia entre US$ 35 a US$ 40 o megawatt-hora, ou seja, cerca de R$ 0,10 por quilowatt.
Fonte Yahoo Brasil
Novidade: Vacina contra AIDS se mostra eficaz em estudos na China
Os testes de uma vacina contra o vírus da AIDS (HIV) realizados na China obtiveram resultados promissores, segundo as autoridades de regulamentação de produtos alimentares e farmacêuticos. Nenhuma pessoa que recebeu a vacina desenvolveu uma rejeição considerável depois de 180 dias de testes e algumas demonstraram imunidade ao HIV-1 15 dias depois de serem vacinadas.
O governo chinês ainda deve tomar uma decisão sobre eventuais testes adicionais. Kong Wei, coordenador da equipe de pesquisas da Universidade Jilin de Pequim, considerou os resultados "realmente estimulantes", em uma entrevista ao jornal China Daily. A primeira fase de testes teve início em março de 2005, com 49 homens e mulheres com idades entre 18 e 50 anos. O ministério da Ciência e Tecnologia informou que 800 voluntários adicionais seriam necessários para a segunda e terceira fases de testes. O processo total pode durar vários anos.
A China iniciou as pesquisas sobre uma vacina contra a AIDS em 2003. Quase 650 mil chineses são soropositivos, 0,05% da população do país. No entanto, o índice de contaminação cresce com rapidez. Neste ano, 70 mil chineses foram contaminados, segundo dados oficiais, ou seja, 192 pessoas por dia. O governo e especialistas independentes consideram que o número de soropositivos pode chegar a 1,5 milhões até 2010.
Fonte: AFP
Espaço da Dica Literária
Vale a pena destacar a obra "O pulo do rato"

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