ANTES DE WASHINGTON LUIZ SER O PAULISTA DE MACAÉ “O REBATE” ERA O MACAENSE EM SÃO PAULO.
Quando Julio Ribeiro, em 16 de julho de 1888, fundou o nosso O REBATE em São Paulo, os Paulistanos e Macaenses nem imaginavam que este Estado do Brasil iria abrigar milhares de Macaenses ilustres que participariam seu suas histórias. No livro ECILA, no www.jornalorebate.com as histórias se vultos das duas cidades são minuciosamente contadas. Em Macaé, desde 16 de abril de 1932, O REBATE continua a fazer história com a mesma liberdade de expressão que sempre pautou a existência dos grandes jornais do mundo.
(José Milbs de Lacerda Gama – Historiador e Editor)
Símbolos São Paulo
Bandeira
 Foi criada em 16 de julho de 1888, pelo fundador do jornal "O Rebate", Júlio Ribeiro. Este lançou nas páginas de seu periódico a proposta de criação da bandeira, inicialmente com quinze listas alteradas para treze para que houvesse melhor visualização.
Sua adoção como símbolo tomou força às vésperas do Movimento Constitucionalista de 32, porém, durante o Estado Novo, Getúlio Vargas suspendeu o uso de símbolos nacionais, incluindo a bandeira paulista, a qual havia sido concebida para ser a bandeira brasileira, com a Proclamação da República os paulistas incorporaram-na para si. A partir de 1934 a bandeira ganhou força com o poema de Guilherme de Almeida intitulado "Nossa Bandeira" cujo poema é a letra do hino do estado.
Simbolicamente, a bandeira representa a gênese do povo brasileiro, as três raças: branca, preta ou negra e vermelha. Quatro estrelas a rodear um globo, visualizando o perfil geográfico do país representando o Cruzeiro do Sul indicando nossa latitude astral.
Existe outro significado para os símbolos da bandeira:
Faixas pretas e brancas - "noite e dia”
Faixa vermelha - o sangue do povo a verter
Mapa do Brasil - círculo e silhueta; o povo paulista em defesa do país
Quatro estrelas - representa os pontos cardeais
Brasão de Armas

Com a Revolução Constitucionalista de 1932, o governador Pedro Toledo assinou o Decreto n. 5.656 instituindo o Brasão de Armas.
Ficou ao encargo do pintor Wasth Rodrigues a criação do Brasão, este foi o símbolo da campanha "Ouro para o Bem do Brasil". Este símbolo foi utilizado até 1937, época do Estado Novo, quando foi substituído por outros símbolos nacionais.
O brasão inicial voltou a sua função simbólica com a redemocratização e a promulgação da Constituição de 1946.
Coube ao escultor Luiz Morrone a criação da versão escultória do brasão com a seguinte simbologia e representação:
Heráldica - escudo português vermelho e uma espada com o punho para baixo assentada sob um ramo de louro (direita) e um ramo de carvalho (esquerda) a lâmina da espada separa as letras "SP" grafadas em prata.
Timbre - uma estrela de cinco pontas de prata.
Suportes - dois ramos de café frutificados com suas hastes se cruzando abaixo.
Divisa - lema do estado gravado em prata sobre faixa escrita em latim "Pro Brasília Fiant Eximia", que quer dizer: pelo Brasil façam-se grandes coisas.
Hino
Como já descrito neste texto, a letra do hino do Estado de São Paulo surgiu em 1934 com o poeta Guilherme de Almeida, intitulado "Nossa Bandeira" ou "Hino dos Bandeirantes", tendo sido instituído pela Lei n. 337, de 10 de julho de 1974.
Paulista, pára um só instante
Dos teus quatro séculos ante
A tua terra sem fronteiras,
O teu São Paulo das "bandeiras"!
Deixa atrás o presente:
Olha o passado à frente!
Vem com Martim Afonso a São Vicente!
Galga a Serra do Mar! Além, lá no alto,
Bartira sonha sossegadamente
Na sua rede virgem do Planalto.
Espreita-a entre a folhagem de esmeralda;
Beija-lhe a Cruz de Estrelas da grinalda!
Agora, escuta! Aí vem, moendo o cascalho,
Botas-de-nove-léguas, João Ramalho.
Serra - acima, dos baixos da restinga,
Vem subindo a roupeta
De Nóbrega e de Anchieta.
Contempla os Campos de Piratininga!
Este é o Colégio. Adiante está o sertão.
Vai! Segue a entrada! Enfrenta!
Avança! Investe!
Norte - Sul - Este - Oeste,
Em "bandeira" ou "monção",
Doma os índios bravios.
Rompe a selva, abre minas, vara rios;
No leito da jazida
Acorda a pedraria adormecida;
Retorce os braços rijos
E tira o ouro dos seus esconderijos!
Bateia, escorre a ganga,
Lavra, planta, povoa.
Depois volta à garoa!
E adivinha através dessa cortina,
Na tardinha enfeitada de miçanga,
A sagrada Colina
Ao Grito do Ipiranga!
Entreabre agora os véus!
Do cafezal, Senhor dos Horizontes,
Verás fluir por plainos, vales, montes,
Usinas, gares, silos, cais, arranha-céus!
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Editor: JOSE MILBS DE LACERDA GAMA –Macaé - RJ. Brazil...
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