O Neocolonialismo Brasileiro(VII)
(1888/2006)
A falência(2)
Hoje, a necrópsia do sentimento civil, registra a turbulência de jovens "Carecas" neonazistas, movimentos Funks, Punks, paurar de Reggae e Metaleiros, Cara-pintadas, Pixadores de muros, além de outras gelodoses sociais a congelar a Nação inteira.
Do lado espiritual, uma ladainha gritante de lamentos nas igrejas que se multiplicam a cada hora em seitas exóticas em lugar de um hino de altivez num brado revolucionário de idéias novas, a aquecer a nacionalidade.
Segue-se, pétrio, um esquerdismo capenga, nanico, incolor e conivente com a falência intelectual e moral das elites nacionais e internacionais; o que, a nosso ver, é uma doença infernal do Socialismo. Atrelado a interesses alienígenas, envilece o movimento sindical. Sem teoria ideológica, as esquerdas tornaram-se estuário amorfo de desiludidos, desnorteados, acéfalos, entreguistas, estafetas do imperialismo.
Na vida social do país, floresce a desconfiança generalizada em relação às instituições, ao companheiro. Perdem-se a auto-estima, o sentimento nacionalista. Prevalecem o individualismo, oportunismo, descompromisso social, vandalismo. É o vilipêndio nacional. O desprezo internacional. País do carnaval, futebol! Terreno fértil para a intervenção neocolonialista, praticada principalmente após a "redemocratização" do País pelo Consenso de Washington, através dos governos antinacionais e entreguistas, após 1985.
Manuel Barbosa Filho
Professor Titular aposentado da UFPB
Autor de :
Introdução à Pesquisa 3ª ed
Introducción a la Investigación, editado em Cuba
A Globalização da Miséria na América Latina 3ª ed
Projeto de Pesquisa - Teoria e Prática
Impacto da Extensão Rural - 2ª ed E-mail - mbarbosafilho@terra.com.br
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