Piloto brasileiro apresenta sua estrutura para 2007
segue foto : arquivo pessoal
Apesar de correr mais um ano de forma independente, o piloto brasileiro Jorge Balbi vislumbra uma temporada de 2007 muito melhor nos Estados Unidos. Mesmo sem estar em nenhuma equipe de fábrica, o brasileiro conseguiu montar uma estrutura bem mais profissional para a temporada e acredita que irá batalhar por resultados ainda melhores.
A primeira decisão foi a de abandonar as pistas brasileiras e focar única e exclusivamente nos EUA. “Ano passado, fiquei no meio do caminho entre os EUA e o Brasil e acabou que não consegui focar direito em nenhuma das competições. Este ano decidi: vou correr aqui e só vou ao Brasil para uma ou outra prova em que não haja coincidência de datas”, afirmou.
A decisão seguinte passou pela definição dos patrocinadores, que decidiram se associar ao piloto no projeto de levar o nome do Brasil para o principal pólo do motocross mundial. Em 2007, Balbi tem como patrocinadores a Riffel – uma das maiores empresas da América Latina em coroas, pinhões e correntes - a FOX/ASW – principal empresa do país no segmento de equipamentos para prática off road. O piloto contará também com o apoio da Zoolo, maior loja de roupas e acessórios do nordeste. Nos EUA, o atleta conta com os seguintes patrocinadores: All Service Cleaning, John Burr Cycles, DRD, CTi, Dunlop, MB1, Smith, Tag Metals, One industries e Max Savings Mortgage, empresa do empresário brasileiro Andrey jomakey .
Balbi conta ainda com outro apoio que será fundamental nesta temporada. O piloto, foi considerado um dos melhores pilotos privado em 2006 e, por isso, ganhou o apoio do Warthog Racing Team, equipe americana que oferece ao piloto toda estrutura de pista como carreta, transporte da motocicleta e as passagens de avião para que ele e seu mecânico possam se transportar nos EUA. “Ano passado viajei pra quase todas as provas de furgão. Além disso, tinha que ficar me preocupando em levar equipamento e isso me desgastava demais. Entrava para as provas, bem mais cansado que meus rivais”, contou o piloto.
O brasileiro conseguiu o apoio da Maley Motorsports e, a partir de agora, passa a contar com o treinador Justin Maley no seu esquema de treinamentos. Para o piloto brasileiro, o treinador canadense estará ao seu lado, até que ele tenha condições e ter o seu pai lá nos EUA “meu pai sempre me treinou no Brasil e foi o maior incentivador da minha carreira. Tudo que sou hoje no motocross é devido a ele e espero tê-lo ao meu lado assim que a condição financeira permitir” ressalta o piloto que na esconde o desejo de ter a família ao seu lado lá nos EUA “por enquanto isso ainda é um sonho, a realidade é que eles precisam trabalhar no Brasil para poderem me ajudar aqui.
A ajuda do treinador será principalmente no supercross, modalidade que o brasileiro não treina e nem compete há anos. Com isso, ele espera melhorar ainda mais a sua performance e surpreender os críticos americanos que, apesar de impressionados com seus resultados no motocross no ano passado, o consideravam um piloto que só se dava bem em provas abertas, mesmo sem nunca terem visto o piloto andando no supercross.
Com esse início, Balbi prova que pode andar rápido também dentro dos estádios e em provas fechadas. “Há alguns meses, o Balbi estava meio perdido no supercross. Depois de muitos dias de treinamento e trabalho técnico, ele se tornou e é um sério candidato a começar a fazer as finais em todos os eventos”, comentou o experiente Maley.
Na temporada do AMA Supercross, maior campeonato do mundo e que começou no primeiro fim de semana do ano nos EUA, Balbi esteve presente nas seis etapas e em todas ficou classificado entre os 40 melhores. O melhor resultado do brasileiro foi a 17ª colocação, na etapa de Phoenix, onde marcou 4 pontos e é o atual 27º colocado.
Vôlei - Corinthians faz seletiva feminina
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O Sport Club Corinthians Paulista selecionará atletas para o feminino no dia 26 de fevereiro para jogadoras nascidas entre 92 e 96.
As interessadas em participar da peneira deverão comparecer ao Mini-Ginásio do Parque São Jorge, localizado à Rua São Jorge, 777, Tatuapé, a partir das 14 horas, com roupa para treinamento.
Mais informações podem ser obtidas diretamente no clube, pelo telefone (11) 6195-3000 (ramal 3174)
Fonte: SCCP
Equipe brasileira está pronta para o Mundial de Parapente na Austrália
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Alfio Jr. Sargento, Luciano Tcacenco, Domênica Tcacenco e Frank Brown
Divulgação/BMA Informação
O piloto gaúcho Alfio Jr. Sargento vai integrar a equipe brasileira de parapente que disputará o mundial da modalidade, entre os dias 24 de fevereiro e 09 de março, em Manilla, na Austrália. Além do Sargento, os atletas Luciano Tcacenco e Domênica Tcacenco, de Caxias do Sul (RS); e o capixaba Frank Brown integram o grupo que vão ao outro lado do hemisfério com a responsabilidade de representar o país entre os melhores do mundo.
Após anos de preparação e esforço, participando de campeonatos regionais e nacionais, além de muitas horas de estudo e dedicação, a recompensa veio para o gaúcho com o ranking de 2006 – sendo o terceiro melhor piloto do país. Agora, Sargento passa a integrar a equipe brasileira de parapente, que participará do campeonato mundial na Austrália.
“Com certeza o campeonato é a realização de um sonho e uma responsabilidade imensa. Todos estarão com os olhos voltados para o que você está fazendo. Estaremos representando o país, a marca que nos apóia e todos aqueles que sempre nos incentivaram”, declara o piloto, atual tricampeão gaúcho. Segundo Sargento, a condição de vôo em Manilla favorece muito os pilotos brasileiros.
“A cidade é um deserto e o tipo de vôo é o que chamamos de flet, ou seja, com poucas montanhas. No Brasil somos especialistas nesta mesma condição”, afirma. Para o atleta, a equipe está com um excelente nível de vôo e com isso, o Brasil deve ficar entre os cinco primeiros colocados.
Considerada umas das competições mais pesadas da modalidade, o campeonato Mundial acontece durante 14 dias contínuos. “Teremos apenas um dia de folga. Serão duas semanas de prova, sendo que o recorde da rampa são vôos com mais de 300 quilômetros”, conta Sargento, que aproveita o tempo livre para dedicar-se a preparação física. “Temos que estar preparadas para vôo com mais de seis horas de duração”.
Após o Mundial, a equipe volta ao Brasil direto para a cidade capixaba de Castelo (ES), onde participa da segunda etapa do Brasileiro de Parapente.
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