Fundado em 16 de abril de 1932

'...Macaé, ano I, Nº 46 - 15 a 22 de dezembro de 2006
Leia "O COTONETE AZUL E A NOVA DEMOCRACIA", de José Milbs. Clique aqui
Acontecências
Acontecências II
Acontecências III
Alô Galera
Astrologia
Coisas da Rua do Meio
Coisas da Rua do Meio II
Coisas da Rua do Meio III
Culinária
Digital Photo Array
Direito do Trabalhador
Direitos Humanos
Esculturas em Sabonete
Escultura Humana
Esportes I
Esportes II
Jornais do Mundo
Juventude em Ação
Liga Operária
Livros
Mel/Saúde
Movimento Hippie
O Rebate Internacional
Ortomolecular
Petrobrás/Petróleo
Piadas
Poemas
Procuras emprego?
SwáSthya Yôga
Telefones úteis
Televisão
Tortura Nunca Mais
Carta do leitor

Em breve, todos ganharão só um salário mínimo. Que maravilha... O Lula está conseguindo implantar o paraíso na terra! - PHS

Zero Hora – 11/12/2006
Renda da classe média cai 46% em seis anos

Empregados que ganham um salário mínimo tiveram ganhos reais de até 124% entre 2002 e 2006

A classe média foi a maior prejudicada durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva na área de contratações. Na faixa salarial acima de três salários mínimos (mais de R$ 1.050), houve uma redução de quase 2 milhões de empregos com carteira assinada nos últimos seis anos.

Um levantamento com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, feito pela MB Associados e publicado ontem pelo jornal Folha de S.Paulo, avaliou o saldo da geração de empregos e a evolução da renda de 2001 até setembro de 2006.

Nesse período, a renda de quem obteve emprego com salário superior a R$ 1.050 caiu 46,3% em termos reais (descontada a inflação). Para os trabalhadores com pior remuneração, o resultado foi oposto. Houve saldo positivo (admitidos menos demitidos) de quase 6 milhões de vagas para quem recebia, entre 2001 e setembro de 2006, entre um e três salários mínimos. Nesse caso, o aumento foi de 48%. Para quem recebia até um salário mínimo, o balanço foi também positivo: 2,2 milhões de postos a mais e renda 124,4% maior.

O baixo crescimento nos últimos anos (abaixo de 2,5%, em média) é apontado como o principal vilão na negociação de melhores salários, além de levar as empresas a cortar cargos em níveis intermediários. Entre os mais pobres, o maior efeito na renda foi dos aumentos reais do salário mínimo (acima de 32% reais só no governo Lula).

No emprego, a explicação é o aumento de atividade em regiões mais pobres ou atendidas por programas sociais ou assistenciais da Previdência.

Jeronimo Mesquita
jemesquita@gmail.com

Recomendamos o Mozilla Firefox. Clique aqui para baixar gratuitamente a versão 2.0
© Artimanha