Fundado em 16 de abril de 1932

'...Macaé, ano I, Nº 38 - 13 a 20 de outubro de 2006
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Leitor denuncia:

ROUBALHEIRA OFICIAL, CHAMA O LADRÃO!!!

De: pfpereira     

Para os Cariocas e Fluminenses, que como eu sofrem com a Administração
do Estado do Rio de Janeiro

Aqui têm nomes, endereços e telefones, é só querer confirmar !!!!

Esquema da Fiscalização no Rio de Janeiro.
E ainda querem tributar os inativos e nos obrigar a aceitar mais
aumentos na
carga tributária... Por favor, encaminhem para mais pessoas.

PARTE I

Parte das inspetorias da Fazenda sempre foi entregue à políticos.
Deputados sempre solicitavam uma inspetoria, que dependendo da área de
abrangência, poderia render entre 30 a 150 mil reais por mês.
Nos últimos dois governos - Marcelo Allencar e Garotinho - , bem como o
atual, o da Rosinha, o esquema tem sido sempre exatamente igual. Nos
últimos
8 anos, os deputados mais encrenqueiros só eram "acalmados" com uma
inspetoria.
E em quase todos os casos - exceto as do pessoal do governo - Sérgio
Cabral
sempre recebeu religiosamente metade do que era arrecadado. O trato
sempre
foi esse: ele levava o pleito do deputado até o governador.
"Convencido" da necessidade de nomear um indicado político, o
governador
"comprava" aquele voto até o fim do seu governo.
O grande "pulo do gato" sempre foi o famosíssimo livro conhecido como
"Termo
de Ocorrência", de 50 páginas, onde as primeiras 25 eram destinadas
às
anotações da empresa, sendo as 25 restantes às anotações dos
fiscais.
Invariavelmente, nas regiões onde o nível de corrupção é alto,
encontra-se
uma típica anotação - padrão - por parte dos fiscais: "não foi
constatada
irregularidade".
Ao longo dos anos, pode-se observar que não havia rodízio  de fiscais,
e que
a anotação sempre foi rigorosamente a mesma.
O ex-deputado Sivuca, por exemplo, citado pelo ex-secretário Sasse como
padrinho de uma inspetoria na Barra da Tijuca, recolhia através de seu
afilhado, o inspetor-chefe Celso Kastrupp, em torno de R$ 150.000 reais
por
mês, dos quais R$ 75.000,00 eram repassados para o atual Senador
Sérgio
Cabral. Existem centros comerciais na Barra da Tijuca (que aliás, é
uma
belí$$ima inspetoria) como é o caso do Parque das Rosas, que são
campeães em
sonegação há quase uma década.
É verdade sim, que o deputado Roberto Dinamite indicou um inspetor
chefe.
Nome: Dirrago. Inspetoria: da Penha. Faturamento: R$ 50.000,00 (meio a
meio
com o Cabral, desde o governo Marcelo Allencar)  Albano Reis, o
deputado
Papai Noel, logo no início do governo Garotinho,  começou a "bater de
frente" com o governador e com o presidente da Alerj,  Sérgio Cabral.
Ninguém entendeu o por quê da raiva que Cabral e Albano  Reis  sentiam
um
pelo outro pelos idos de 1999. Albano Reis (está nos anais da  Alerj)
não
saia da tribuna, denunciando o Cabral, particularmente a mansão  que o
ex-presidente da Assembléia trouxera dos EUA.
Mas a razão da briga tinha sido o critério de se repartir o "lucro" da
inspetoria do Catete (inspetor-chefe Nelson Garófilo) com o Cabral. A
nomeação não saía. Albano Reis enfrentou o Cabral azucrinando-o até
que este
fez um acordo em bases menos gananciosas para acalmar o deputado
"natalino".
Só que neste ínterim, Silveirinha já tinha nomeado sua amante - Dona
Sônia
para o Catete. E Albano foi contemplado em outra região..
Às vezes, o deputado tinha que "entubar". O ex-parlamentar Paulo
Albernaz,
por exemplo, líder do Garotinho na Alerj, não conseguiu emplacar o
inspetor-chefe de Campos, sua terra natal. Perdeu a indicação - ora
vejam só
- para Eduardo Cunha, aquele famoso ex-presidente da Cehab que responde
a
inúmeros ações na Justiça por improbidade. Paulo Albernaz nunca
"entubou"  a
perda da inspetoria de Campos, e jamais poupou o governador de seu
ressentimento expressado em sonoros palavrões.
E o Noel de Carvalho, quem diria? Existe um posto do ICMS em Rezende
(terra
natal do deputado) numa localidade conhecida como Inhagapi, logo depois
do
limite dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Ali, o "dono do
pedaço"
sempre foi o deputado Noel de Carvalho, só que com uma diferença
estarrecedora: quem fazia a fiscalização era o pessoal contratado
através da
Nuseg, indicado - é claro - pelo Noel de Carvalho. Para se ter idéia,
basta
buscar a sonegação feita pela Schincariol (alguma coisa em torno de
R$
1.500.000,00) num mês de verão. Não é preciso dizer que o pessoal da
fiscalização de verdade tem ódio mortal do Noel de Carvalho.
O pessoal da bancada evangélica também tinha suas inspetorias desde o
governo Marcelo Allencar. Eraldo Macedo, por exemplo, irmão do Bispo
Macedo,  sempre comandou 2 inspetorias: Lagoa (sob a chefia do Edson
Godomar) e a  de  Copacabana (sob a chefia do Jequiriçá). Ambas rendem
algo
em torno de R$  100.00,00, dinheiro religiosamente (sem conotação, por
favor) dividido  com  o Senador Sergio Cabral..
Por falar em religião, sabe aquele famoso "pastor" do escândalo
cheque-cidadão, o Everaldo? Pois é, sempre foi "dono" de 3
inspetorias:
Irajá (sob o comando da Viviane), de Bonsucesso( sob o comando do
Guedes)  e
de Barra do Piraí (sob o comando do filho do ex-verador evangélico
Dirceu
Amaro). Esse Everaldo é um craque, pois conseguiu manter pelos menos 2
dessas no governo Benedita...
Paulo Mello sempre comandou a inspetoria de Maricá, desde o governo
Marcelo
Allencar de quem era líder na Alerj. Maricá comanda toda a chamada
região
dos lagos, e apesar de uma abrangência geográfica grande, é uma
inspetoria
considerada do interior. Nesse caso específico, alguma coisa em torno
R$
70.000,00 mensais.
Graça Mattos indicou São Gonçalo a pedido do maridão Ezequiel,
ex-prefeito
e  atual deputado federal. Às vezes, "bate" R$ 100.000,00.
Graça e Ezequiel  nunca reclamaram.Só na campanha.
Augu$to Ari$ton - o ex-$ecretário do Gabinete Civil e atual $ecretário
de
Tran$portes, indicou uma das inspetorias do centro da cidade. Aliás, a
respeito dessa região, cabe uma observação: o ex-subsecretário de
Fazenda da
Bené, Eduardo Campos, conhecido pelos fiscais como um "goelão" (o
jargão é
deles), fundiu as 2 inspetorias do Centro. O resultado?
Impressionantes  250  mil reais por mês. Repetindo: 250 mil reais todo
santo
mês!
É verdade sim que Núbia Cozzolino ganhou uma inspetoria. Durante um
tempão
gritava, esperneava e acusava Garotinho, Jonas e seu pessoal dos
desmandos
no DER. Um dia, calou. Calou por que? Por que calou? Ora, ganhou
finalmente
sua inspetoria. Pequena, é verdade, mas que garantia R$ 30 mil para
ela,  e
R$ 30 mil para o "corretor" Sérgio Cabral.
Nelson Gonçalves participava da inspetoria que cobre Volta Redonda.
André
Luis, é claro, a de Bangu. O "capo" banguense André Luis chiava e
sempre
desconfiava de seus afilhados na fiscalização, já que nunca conseguia
atingir os R$ 100.000 reais mensais. Nunca passava de R$ 70.000,00!
Que chato, não? O problema era convencer o "sócio" Sergio Cabral que
era só
isso. Os dois andaram se estranhando por causa de dinheiro, mas depois
se
acertaram.

PARTE II!!

Existe um viés no escândalo Silveirinha que propositadamente está
sendo
deixado de lado pelos deputados da Alerj. E a chave disso chama-se Romeu
Sulfan, um ex-vendedor de camisetas de campanha eleitoral na Rua da
Alfândega. E que provavelmente, está com os dias contados.
Qualquer deputado ou funcionário daquela Casa sabe que sempre funcionou
um
esquema de CPIs tocado por 3 parlamentares-chaves: Sergio Cabral, Paulo
Mello e Andre Luis. Sempre funcionou nos assuntos que envolviam empresas
e
assuntos fiscais.
Como se sabe, é dificílimo criar uma CPI na Alerj, só com o desejo
explícito
do presidente. Se alguém se der ao trabalho de pesquisar o site da
Alerj  no
tocante às CPIs dos 8 anos (gestão Cabral), descobrirá
"coincidências",
como  por exemplo a composição com os mesmos nomes, os mesmos
objetivos,
entre  os  quais a requisição de livros contábeis e notas fiscais dos
últimos 5 anos  das empresas que mais tarde seriam extorquidas.
O esquema sempre foi simples. Sergio Cabral e Paulo Mello escolhiam o
"setor-vítima". Supermercados, por exemplo. Depois, incluíam entre os
membros da CPI o truculento deputado Andre Luis, o "braço armado"
(literalmente)do Cabral.
Sergio Cabral pedia à Silveirinha as informações mais importantes que
poderiam constranger os empresários. Silveirinha fornecia números e
documentos, digamos, "básicos".
Com isso nas maõs, Cabral repassava para seu fiel escudeiro, o hoje
também
milionário Paulo Mello, os documentos que permitiriam a abertura da
CPI.
E quem fazia o trabalho "sujo", o de visitar empresas, de ameaçar
pessoas,
de se expor e arrecadar o dinheiro? Elementar:  Andre Luis. Os outros
membros, parlamentares do "baixo clero", que compunham as CPIs, recebiam
algumas migalhas da extorsão, mas eram escolhidos a dedo para não
criar
problemas.
Basta analisar as CPIs da era Cabral. Todas sempre tiveram a mesma
característica, como um "serial killer" faz com suas vítimas: eram
destinadas a segmentos produtivos que envolvessem grandes empresas e
indústrias, requisição de quantidades imensas de documentação,
informações
técnicas que só a Secretaria de Fazenda tinha acesso, quase sempre os
mesmos
membros.
Alguém acredita, sinceramente, que um bobalhão como esse tal de Romeu
Sulfan  seria escolhido por Silveirinha e sua patota para ser
intermediário
de  extorsões de milhões de dólares? Precisariam dele prá quê? Só
se fosse
para  fazer trapalhadas no melhor estilo Peter Sellers, como foi o caso
da
Light.
Se se buscar os arquivos dos jornais da época da denúncia da Light,
vai se
descobrir notícias de que esse Romeu estava lotado na Alerj, no
gabinete do
deputado Andre Luis, o "capataz" de Cabral e Paulo Mello.
Romeu sempre foi um trapalhão que visitava as empresas em nome das
CPIs.
O  caso Light - o Edésio Quintal, ex-diretor sabe mais do que ninguém
- foi
armado por Sergio Cabral e Paulo Mello. Todo mundo na Alerj sabe disso.
Os  funcionários da Alerj sabem disso. Os servidores das CPIs sabem
disso.
O Silveirinha tinha seu próprio esquema, e não precisaria jamais de um
bobão  como o Romeu para extorquir dinheiro das empresas.
Se for seguido o fio dessa meada, será descoberto um esquemaço pior do
que o
dos fiscais da Secretaria da Fazenda. O que Sergio Cabral e Paulo Mello
fizeram durante esses últimos 8 anos é estarrecedor, pois usaram o
terror
como nenhum outro parlamento o fez. Isso, sem se falar nas
privatizações da
era Marcello Alencar, quando o filho do ex-governador, Marco Aurélio
ainda
era carne e unha com Cabral e Paulo Mello (este último, lider do
governo na
época)
E alguém pode dar uma boa razão para Sergio Cabral ter a mulher de
Silveirinha lotada no seu gabinete durante anos? E ainda nomeá-la para
um
cargo de chefia de 6.000,00? E só a exonerou porque estourou o
escândalo  na
imprensa.
Até hoje está sem explicação a origem do dinheiro amealhado através
de
extorsões pela dupla Cabral/Paulo Mello, que os fizeram homens ricos,
com
depósitos gigantescos no exterior.
Essa CPI da Alerj é ridícula. Paulo Mello na presidência? Sem
comentários,
pois ele está ali para proteger suas alianças: Sérgio Cabral, Jonas
(hoje
no TCE), Ariston (ex-chefe do Gabinete Civil e atual Secretario de
Transportes) e, é claro, ele mesmo, Paulo Mello. Graça Matos? Acusada
de ter
sido uma das beneficiárias daquele caso de extorsão de um vereador de
São  Gonçalo - o Castor - ela sempre foi uma das parlamentares de
confiança
do  Cabral, tendo sido sua primeira vice-presidente. "Queridinha" da
Rosinha,  Graça Matos é ideal para uma função dessas.. Qualquer um
sabe que
ela não  resistiria a um exame psicotécnico.
Pedro Fernandes na CPI? É outra piada. Idoso, doente, semi-analfabeto,
dorme  ao sentar-se em qualquer poltrona do Palácio Tiradentes. Lembra
aquela  personagem do Ronald Golias, o "Bartolomeu Guimarães"? Pois é.
Edmilson Valentim tem seu esquema próprio, sempre ligado ao Wagner
Victer.
Suas CPIs tratam de assuntos que dizem respeito à área energética,
mas
sempre foi um fiel escudeiro de esquerda do Cabral. Recebeu ajuda da
Coca-Cola, é verdade, mas tem tantas dívidas contraídas com o
ex-presidente
da Alerj, que jamais permitiria que essa CPI dos fiscais descambasse
para
um caminho que viria atingir seu amigo Cabral. Este último, aliás,
espertamente sempre se cercou de parlamentares de esquerda para lhe dar
aquele ar de seriedade: Carlos Minc, Heloneida Studart, Valentim ) Romeu
Sulfan sabe demais. Sempre teve acesso aos gabinetes da Alerj onde se
decidiam grandes esquemas de extorsão. Era o "apanhador" de dinheiro
para
Paulo Mello e Cabral.
Acesse o endereço http://www.alerj.rj.gov.br/comissoes3.htm . Aí tem a
relação das CPIs da gestão Cabral de 1999 a 2002. Estude as CPIs de
1994 a
1998. Em quase todas aparecem Paulo Mello, autorizadas, é claro, por
Sergio
Cabral. Principalmente nas que envolviam dinheiro.

PARTE III!!

Abaixo segue a lista das clínicas que burlaram o fisco desde o governo
Marcelo Allencar, através do não pagamento de impostos referentes à
compra
de sofisticados equipamentos de ultrasonografia computadorizada e afins,
todos importados.
Já no governo Marcelo Allencar, quem dava as cartas na inspetoria de
importações era o presidente da Assembléia Legislativa à época,
$érgio
Cabral, hoje senador da República.
O esquema funcionava da seguinte forma: as clínicas importavam os
equipamentos. Imediatamente ingressavam com um mandado de segurança
para
garantir-lhes o não pagamento de ICMS. Aí, a inspetoria de
Importação e
Exportação (cujos titulares sempre foram indicados pelo $érgio
Cabral),
começava a "fiscalizar" as clínicas. É óbvio, que através de um
grande
acerto, nenhumas delas recolhia o que devia ao Estado.
Essa situação permaneceu no Governo Garotinho, com o $ergio Cabral, o
grande
sócio de Silveirinha, comandando também essa riquíssima inspetoria.
Até o fim do seu mandato na Alerj como presidente, $ergio Cabral dava
as
cartas nas clínicas fluminenses.

Relação das clínicas "fiscalizadas":
1.. D DIAGNOSE (CASA DE PORTUGAL) Dr. Ernesto Belmont
Rua do Bispo, 72 - parte - Rio Comprido - TEL 2273-9996/2502-1522
1.. LABS Dr. Jorge Moll Filho
Rua Pinheiro Guimarães 12 - Botafogo - TEL 2537-2991/2537-7166
1.. CT. SCAN CENTRO DE DIAGNÓSTICO LTDA. Dr. Márcio Sampa
Rua Santo Amaro 80 - Subsolo - Glória - TEL 2224-9716
1.. NEURO RAD (Angiografia digital) Dr. José Carlos Zirneta
Rua Bambina 56 sl 408/410 - Botafogo- TEL 2537-8300
1.. SANTA CRUZ SCAN
Rua Dr. Celestino 26 - Niterói - TEL 2717-1355
1.. CENTRO RADIOLÓGICO DA LAGOA
Rua Jardim Botânico 152 - Jardim Botânico - TEL 2537-7232
(Guia Imp. Subfaturada)
1.. PAN SCAN - CLÍNICA SANTA TEREZINHA E HOSPITAL PANAMERICANO Dr.
José
Ramon Álvares (Subfaturada)  Rua Moura Brito - Tijuca
1.. CLÍNICA DE RADIOGNÓSTICO POR IMAGEM - CENTRO MÉDICO BARRA
SHOPPING
Av. das Américas 4666 sl 325 - TEL 2431-9355/2430-9150
1.. CLÍNICA RADIOLÓGICA Dr. Luiz Fernando Boisson
Av. das Américas 2300 sl 113 bl a - Barra da Tijuca - TEL 3325-2281
Av. das Américas 2250 sl 309 - TEL 3325-2516
1.. RX RICARDO CAMPOS
Rua Voluntários da Pátria 435 - Botafogo - TEL 2246-5455
1.. RADIOISÓTOPOS DE NITERÓI
Rua Dr. Celestino 26 parte - Niterói - TEL 2717-1768
1.. CLÍNICA RADIOLÓGICA LUIZ FELIPPE MATTOSO LTDA (SAMARITANO)
Rua Assunção 365 - TEL 2539-0194/2537-3167/2537-7030 (G.E./ Não pagou
Imp)
(se não for G.E. - subfaturada)
1.. CLÍNICA RADIOLÓGICA MENESES DA COSTA LTDA
Rua Braz de Pina 682 - Penha - TEL 2485-2486/2485-2235/2485-5057
1.. DIACOM
Rua Soares Cabral 36 parte - Laranjeiras - TEL 2553-4243
1.. RENAUD SCAN
Rua Geremário Dantas 1079 - Pechincha - TEL 3392-4424
Rua José Silva 75 - Pechincha - CGC - 28673649/0001-48
1.. IRM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
Rua Capitão Salomão 42 - Botafogo - TEL 2537-3484/2537-4362
1.. POLICLÍNICA BOTAFOGO
Av. Pasteur 72 - Botafogo - TEL 2295-1296
1.. CLÍNICA RADIOLÓGICA ERICIO AMORIM
Rua Sorocaba 464 - 1º - TEL 2286-1228
1.. CTCON
Rua Bom Pastor 295 - Tijuca - TEL 2284-2312
1.. RED - IMAGEM
Av. Roberto Silveira 512 - Niterói - TEL 2714-3440
1.. UNIDADE DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA NITERÓI
Rua Dr. Mário Viana 653 - Sta Rosa - Niterói (Subfaturado)
1.. CLÍNICA RADIOLÓGICA LAURINDO QUARESMA LTDA.
Rua Treze de Maio 23 Gp. 420 - Centro - TEL 2240-6196
1.. PAN SCAN (ORDEM 3º) (SUBFATURADO OU DOAÇÃO FRIA)
Rua Conde Bonfim 1033 - TEL 2288-2683
1.. HOSPITAL EVANGÉLICO
Rua Bom Pastor 295 - Tijuca - TEL 2284-2312/2254-8974

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